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A IBKR diz o que você tem. A Monsa diz se você ainda deveria ter.
Sua corretora é um excelente registro de posições e um péssimo registro de intenção. Ela sabe que você tem quarenta ações. Não sabe que você comprou porque o retorno sobre o capital passava de quinze por cento e a dívida líquida ficava abaixo de uma vez o EBITDA, e não vai te avisar no dia em que isso deixar de ser verdade.
O que sua corretora já faz bem
Esta página não sustenta que falte algo à IBKR. Ela faz o trabalho dela:
- Posições, quantidades e preço médio, exatos até a ação.
- Quanto a conta vale hoje e quanto valia antes.
- Cada execução, cada taxa, cada evento societário, registrados.
Nada disso é um juízo, nem deveria ser. Uma corretora que dissesse o que vender teria um conflito de interesse do tamanho de um quarteirão.
O que a Monsa acrescenta
- Suas regras, como números. Escreva a tese com suas palavras ou comece por um modelo, e aquilo vira limiares e pesos que dá para ler. Retorno sobre o capital acima de um número. Dívida líquida abaixo de um. Uma empresa de um setor que você se recusa a ter. É exatamente isso que não tem campo na sua corretora.
- Cada posição contra elas, toda noite. Não é alerta de preço. Uma pontuação de aderência por posição e por carteira, recalculada quando os fundamentos se mexem, com a métrica e o limiar que a produziram impressos ao lado do número.
- O momento em que uma posição deixa de servir. Resultados mexem nos números contra os quais a estratégia foi escrita. A noite em que uma empresa cruza um dos seus próprios limiares é a noite em que você fica sabendo, em vez do trimestre em que você por acaso olha.
- Um registro da decisão, não só da operação. A corretora guarda o que você fez. A Monsa guarda o que você quis dizer, para os dois poderem ser comparados depois, que é o único jeito de separar disciplina de sorte.
Por que não exportar um CSV e pronto
Porque é trabalho de domingo que sobrevive uns três domingos. A exportação é uma foto de uma conta em movimento, e assim que você rebalanceia ela fica errada. Este é o argumento honesto a favor de uma conexão em vez de um download:
| Colocar as posições lá | Baixar, abrir, colar, consertar a coluna de tickers. | Lidas do extrato, casadas com instrumentos. |
|---|---|---|
| Mantê-las em dia | Refazer depois de cada operação, ou desencontrar. | Lidas de novo toda noite, diferença proposta. |
| Duas listagens de uma empresa | A ASML em Amsterdã e o ADR dela ficam idênticos numa célula. | Casadas por bolsa e moeda, ou separadas como pergunta. |
| Posições que você tem em outro lugar | Dois arquivos, unidos na mão. | Digitadas uma vez, e o import nunca as sobrescreve. |
A credencial que você estaria entregando
Esta é a parte sobre a qual desconfiar é saudável, então está dita na cara e não enterrada.
- É um token de extrato, não uma chave de API. O Flex Web Service da IBKR existe para servir relatórios. Não há nele nenhum endpoint que envie uma ordem, mova dinheiro ou altere uma conta, e é por isso que a Monsa pede esse e não um login do Client Portal.
- Conectar é uma escolha, e dá para voltar atrás. Ninguém precisa conectar nada. Desconectar apaga o token e as importações feitas com ele, e as posições que você aceitou continuam suas, para manter ou remover.
- Ela lê posições, não seu histórico de operações. Uma seção de um relatório: o que está aberto, quanto, a que preço médio. Não execuções, não saldo em caixa, não o que você fez na terça passada.
A prévia lista cada posição, inclusive as que já batem, e não escreve nada até você marcar.
Já decidiu? O guia de configuração são cinco passos e uns dez minutos, quase tudo dentro da IBKR.
A Monsa é uma ferramenta de análise de carteira, não uma corretora nem um consultor de investimentos. Não tem vínculo com a Interactive Brokers. Uma pontuação de aderência mede a concordância com regras que você escreveu; não é uma nota sobre a empresa nem recomendação. Veja a privacidade para o que é guardado e para onde vai.